Super Mario Brothers
Confesso que tenho andado saudosista de alguns jogos antigos. Mais ou menos sem querer dei com isto no YouTube. Vale a pena ver até ao fim, o pianista é mesmo bom e o fim é absolutamente espantoso.
Pensamentos extemporâneos de um jovem aprendiz de músico
Confesso que tenho andado saudosista de alguns jogos antigos. Mais ou menos sem querer dei com isto no YouTube. Vale a pena ver até ao fim, o pianista é mesmo bom e o fim é absolutamente espantoso.
Há poucos minutos o "Público" publicou no seu site uma notícia sobre o comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros sobre a já gigantesca polémica dos cartoons de Maomé. Está este problema a ser tratado convenientemente? Freitas do Amaral diz: "Todos os que professam essas religiões têm direito a que tais símbolos e figuras sejam respeitados." e "Entre essas outras liberdades [além da de imprensa] e direitos a respeitar está, manifestamente, a liberdade religiosa."
Esta semana veio cá o Bill Gates. E nós agimos (citando Ana Sá Lopes) como parolos. Agimos como se ele fosse um chefe de estado. Oito ministros a recebê-lo!? Uma condecoração do Presidente da República!? Não é um pouco ridículo? Além disso, na minha opinião a única coisa que o Bill Gates fez de bem à humanidade foi promover os computadores pessoais. No entanto ele nem sequer é o único responsável por isso e não o fez inocentemente — ele enriquece todos os dias à nossa custa! E tanto quanto nos é possível avaliar, fá-lo fraudulentamente. Vejam os processos que ele tem (e os que já teve) em tribunal por causa dos seus "plágios" e do monopólio que tem vindo a criar.
Há dias em que preferia não ter visitado os blogues. Dou de caras com coisas que preferia não ter lido. (Se calhar é o que acontece a quem lê o meu...) Mas há coisas que são, de facto, piores do que eu alguma vez li em qualquer casa de banho pública. A diferença parece estar na ortografia.
Odeio incoerências. Chateiam-me incoerentes. Aborrecem-me! Não gosto das minhas incoerências. Detesto ainda mais as dos outros (que são sempre muito piores, claro!)
Acho que o título é o mais apropriado para este post. Aliás, nos últimos tempos este havia de ser um bom título para o blog. É que já há vários meses que não escrevo aqui. Há vários meses que não actualizo o blog. Este domingo, um amigo dirigiu-se-me nos seguintes termos: "Então, o teu blog morreu?" Respondi que tenho tido muito trabalho, que agora estou noivo e isso também consome tempo (e como!), que tenho tido coisas mais importantes e urgentes a tratar do que escrever no blog.